Testando, um, dois, três!!!


quarta-feira, 7 de julho de 2010

Ah, o interior...


Um contexto tão comum hoje, já foi motivo de euforia, borboleta na barriga e curiosidade para mim: a ingênua necessidade de conhecer ao vivo e a cores, com áudio e tudo, um estrangeiro.

Para uma pacata cidadã de uma cidade incrustada no norte mineiro, incrustada no cerrado, nos gerais, nas caatingas, de ruas de paralelepípedo e vida pausada, muitas coisas legais e popularmente difundidas nas grandes capitais do mundo, ou em regiões bem desenvolvidas, só foram acessíveis a mim, através das 20 polegadas de uma televisão. Porém, devo avisar que se eu assistia algo no quarto de minha mãe, então, eram através de 14! Miseras 14 polegadas.

Assim, coisas tecnológicas e rotineiras para cidadãos metropolitanos se tornavam possíveis e plausíveis. Eu não achava, por exemplo, uma escada rolante coisa do outro mundo. Era algo cabível. Então, de alguma forma, achava, sim, essas coisas frívolas e comuns. Porém, o que eu não havia descoberto ainda era que o entendimento sobre o funcionamento dessas maravilhas do mundo moderno era o que realmente me causariam espanto e temor.











É como um brinquedo novo. Quando você olha a criança da propaganda manuseando-o, você pensa que é “facim, facim”, mas vai mexer para você ver! Da uma dor de cabeça... Da televisão, tudo parecia muito simples. Muito fácil. Rotineiro.

A primeira vista, escadas rolantes parecem quase que a extensão das pernas das pessoas. Estas dão um passo à frente e sobem nelas, ficam estacionadas, olhando vitrines e decorações, e quando você percebe, as pessoas já estão dando um rápido passo para delas saírem.

Sim. Mesmo olhando as vitrines, a decoração, as roupas das mulheres, o sorriso dos homens, o cérebro estava ativo para prover o rápido movimento de saída da engenhoca. É muito simples: põe um pé, o outro. Fica parado. Finge que já fez isso milhares de vezes. Kkk. Muito trivial. Quando chegar lá em cima, é só tirar um pé rápido do degrau, depois o outro, e continuar andando! Olha que gostoso, subir um andar sem fazer esforço. Foi mais ou menos isso que pensei. Mas no fundo, a sensação que me passava era a de que todas as pessoas que ali estavam, sabiam que era a primeira vez que eu ia andar de escada rolante. Imaginava elas olhando para mim e rindo. Exclamando “olha a caipira! Olha! Nunca andou de escada rolante. Kkkk”. As gargalhadas soavam altas em minha cabeça. Pensava “e se eu cair? Todos terão certeza que eu não sei mexer com esta coisa.”

Tenho que confessar a vocês. A primeira vez que andei de escada rolante, foi em setembro de 2007. Eu tinha 21 anos. Eu olhei para ela. Os degraus subindo, os degraus subindo (nossa! Agora tenho uma dúvida terrível que me consome: degraus ou degrais? Aff, isso é outra conversa. No final do texto, eu respondo).

Fiquei olhando, olhando. Criando coragem e desenvolvendo táticas de movimento mimetista: é só fazer do jeito que os outros fazem! Borboletas na barriga, borboletas na barriga! Sinto uma emoção, uma vontade de rir sozinha, ou chorar! Vou tentar, vou tentar! Não posso dizer a minha amiga que nunca andei de escada rolante. Terrível. Terrível caipira! Se pensa tão moderna! Fui!

Não nego. Na hora até tremi. Tremi igual vara verde. E agora, para sair? É... sair é mais difícil, sempre é. Mas dei um pulo rápido e saí! Nossa. Que vontade de rir! Que vontade de saltitar! De gritar bem alto: “foi minha primeira vez! Minha primeira vez!” Deixo bem claro que me refiro a

ANDAR DE ESCADA ROLANTE, para as mentes pecaminosas que queiram usar minhas frases contra mim.

Foi gostoso. Deu vontade de ficar igual criança: subindo e descendo de escada rolante!

Porém, comecei essa história para falar de estrangeiros e acabei de descrever a mim em um momento em não se refere mais a pessoa que hoje sou. Não falei de estrangeiros, mas sinto que tudo isso foi uma estrangeira quem escreveu. Muitas linhas. Os estrangeiros ficam para um outro dia. Tem mais história por aí. Quanto aos degraus, são degraus mesmo que devem ser ultrapassados para se chegar a algum lugar.


terça-feira, 29 de junho de 2010

Penso, logo... Duvido!



Já dizia o velho Descartes que aquele que pensa, tem ciência de sua própria existência. Em sua célebre frase Cogito, ergo sum, isto é, penso, logo, existo, este filósofo resumiu em três palavras a condição da diferenciação humana de outras espécies. Implicitamente, quem sabe, era uma inferência de nossa criatividade e capacidade de tentar moldar o mundo a nossa necessidade.

Peço, no entanto, que os ilustríssimos leitores deste texto não pensem que escrevi verdades acima. Muito menos que li grandes livros de filosofia antiga e os entendi. Não é nada disso. Ao lembrar da frase de Descartes, apenas tive um palpite sobre o que ela poderia dizer. Quem sabe, poder-se-ia chamar isso, acima, de um breve pensamento.

Legenda: Escultura O Pensador (Le
penseur)
Auguste Rodin


Por outro lado, essa frase também nos permite, com nossa criatividade e brilhantíssima capacidade de pensar, criar inúmeras paráfrases (quem sabe) paródias que o Descartes deixou de ouvir: penso, logo... necessito! Penso, logo... consigo! Penso, logo... quero! Penso, logo... Sexo! Brincadeira! Porém, penso que muitos homens funcionam assim...
Bem, afora feminismos - e brincadeiras a parte. O assunto é serio. Tão sério que se comporta como síndrome.


Para chegar ao meu intento, e descrever o que me faz escrever estas rápidas linhas hoje, remoto aos meus tempos de criança, num leve feedback de minha jornada escolar para chegar a raiz que assola - se não a humanidade - a muitos que estão em uma pós-graduação de verdade: a raiz da síndrome do relativismo.


Imagino que, talvez, essa síndrome não se instalasse em mim agora se, quando criança, ou adolescente, na escola, meus caríssimos e digníssimos professores, me lembrassem de uma coisa que nunca aprendi até um ano atrás: nada realmente é o que parece.


Deste modo, creio que eles (teachers) poderiam ter iniciado o meu aprendizado e dos demais colegas pelo ensinamento do π (Pi), número infinito, para que eu pudesse entender que o mundo não é tão simétrico, simples e claro, como ele aparenta ser em um primeiro momento. Enfim, ensinaram primeiro que 2+2 eram 4. Exatamente assim. Não há nada o que se questionar. É assim. Exato, claro, resumido. Sempre 2+2 será 4. Sempre 2+2 foi 4 e assim será até os últimos dias de nossas vidas.


O que deveria ser lembrado é que dois, mais, igual e quatro são construtos abstratos da mente humana. Não são coisas do mundo real. Apenas uma representação ou um símbolo manuseável. Tanto é que podemos ter qualquer coisa na quantidade dois e qualquer coisa na quantidade quatro e assim por diante. Porém, se eu tiver três lápis de 15 cm e um de 1cm, eu tenho 4? É... penso que isso é um pouco questionável.

Há um momento de sua vida, lá na frente, que se você continua seus estudos, exige-se que você critique. Que você faça o seu parecer. Faça uma análise. Uma descrição. Desenhe com os símbolos alfabéticos uma visão sua de um objeto exterior. Ou abstrato e interior ou exterior.


Porém, a todo tempo, o que a escola básica, mas fundamental- como o próprio nome diz, mas inserindo o ensino médio e até algumas graduações – ensina são conhecimentos que o aluno enxerga como pronto e acabado, criado por uma célebre mente humana brilhante que deve ser no mínimo inquestionável. A escola, aliás, o livro didático, escolhe uma verdade acabada para o aluno. A história do livro de História é somente uma. E quando digo uma, não me refiro ao grupo histórico representado, mas sim, a idéia que é vendida pronta e acabada. A história escrita por apenas um autor – ou uma corrente de autores. Ou em uma ordem cronológica até o último autor que é o melhor.


Atualmente dizem que Plutão não é um planeta. Será que todos os cientistas concordam unanimemente com isso? Será que antes todos concordavam que Plutão não era um planeta? Penso que isso é muito difícil. Se as mentes mais brilhantes do mundo pudessem ser unânimes com alguma coisa, mesmo que pequena, penso que nada no mundo seria tão conflitante e “indialogável” como é (um neologismozinho, aqui quem sabe, outro).


As ciências, mesmo aquelas mais exatas seguem receitas de como o mundo pode ser absolutamente organizado, mas ele não é. Toda visão é relativa e irá mudar dependente do grupo que souber angariar o discurso mais eloqüente que convença a maior parte da platéia.
Receitas nem sempre dão certo. Vejam os recalls de carros, carrinhos de bebê, peças automobilísticas ou informáticas. Esta semana tivemos recall até de cereal. Aposto que você (ou um conhecido) já comprou um produto que apresentou problema e teve que ser trocado. Isto é, nada é tão regular quanto parece.

Afora isso, quem nos garante que todo remédio contem exatamente a mesma composição? Que seus elementos mais estáveis se comportam com a finalidade de sanar doença X e não provocar Y? Quem nos garante que o Y não será provocado?
Porque sempre é o organismo que reage diferente ao remédio e nunca, talvez a hipótese, de a mesma fórmula da embalagem A não fazer o mesmo efeito da embalagem B?
Que todas as calorias informadas nas embalagens são minuciosamente corretas?
Que toda banana tem Z de potássio? Ninguém nos garante 100%. Nosso mundo é construído por meio de testes, probabilidades, experiências empíricas e assim por diante.


Sim. Tudo é relativo, e quando digo relativo, não é o relativo que você pensa. É mais complexo do que isso. E olha que eu nem comecei a questionar as pesquisas quantitativas/qualitativas sociais, principalmente as fundadas em entrevistas/ questionários ou diálogo participante. Resumo-as na frase do personagem protagonista da série (que leva o seu nome) Dr. House: “Everybody lies”.

O sábio conhecimento popular diz que “certeza, absoluta, só se tem da morte”. Esta é uma verdade pura. De resto, duvide. Duvide de tudo. Mas lembre-se: ainda bem que informaram que a caminha é um método contraceptivo com taxa de segurança de 98%. Será?

domingo, 27 de junho de 2010

Eu achei engraçado (no bom sentido): o fruto do cerrado, sendo fruto de pesquisa


"Uma notícia, um pouco diferente, chamou-me a atenção hoje.
Entre o riso e o inesperado, a notícia era sobre o fruto do cerrado: o pequi.
Que simplesmente, eu adoro!"

Vejam:

A fruta dos gêmeos por Guilherme Rosa Crédito:
Ricardo Martins



Em Montes Claros, a popularidade do pequi pode estar por trás do mistério da duplicação de irmãos

O pequi é uma fruta cheia de segredos. Debaixo de sua polpa suculenta, ele esconde um caroço repleto de espinhos que se fincam na boca dos mais afoitos, que o atacam às dentadas. Os habitantes da cidade de Montes Claros, norte de Minas Gerais, já trazem do berço a habilidade de raspar a fruta com os dentes, protegendo as gengivas e a língua desses espinhos. De acordo com uma lenda local, ele seria um potente afrodisíaco, responsável pelo grande número de gêmeos na região. Agora, especialistas da Universidade de Nova York querem desvendar esse mistério.



Enquanto no resto do Brasil a média de gêmeos fica em torno de 1,5% da população, em Montes Claros os pares de irmãos representam de 3% a 4% dos moradores da cidade, que tem 363 mil habitantes. Intrigados, pesquisadores da Universidade de Pittsburgh, nos Estados Unidos, criaram ali a Associação de Gêmeos do Norte de Minas Gerais, que já vai completar uma década. “Precisávamos saber se a cárie dental tinha um componente genético. Para isso, o ideal era estudar uma grande população de gêmeos e comparar a incidência do problema em pessoas com o mesmo genoma”, diz o brasileiro Walter Bretz, Ph.D. em epidemiologia oral pela Universidade de Michigan, professor do Departamento de Cariologia da Universidade de Nova York e responsável pela associação.

O projeto ganhou patrocínio do Instituto Nacional de Saúde dos Estados Unidos e hoje conta com mais de 1.200 gêmeos associados, além de receber pesquisadores de todo o mundo. Durante esse tempo, seus cientistas já publicaram diversas pesquisas, como as que comprovam o componente genético da cárie e do mau hálito. Há mais ou menos um ano, no entanto, eles acabaram dando atenção para os boatos sobre o pequi. Investiram, então, em descobrir se a tal fruta tem mesmo essa capacidade de elevar a incidência de gêmeos e levaram amostras para Nova York, a fim de alimentar ratos de laboratório com ela. “Podemos ver se nascem mais gêmeos, analisar a velocidade do esperma e a frequência de coito", diz Walter. Os pesquisadores podem acabar descobrindo alguma substância na fruta que interfira na reprodução e na ovulação. Mas, por ora, ainda não há fatos que indiquem que os poderes afrodisíacos e duplicadores do pequi sejam mais do que lenda.


Crédito: Ricardo Martins

link:
http://revistagalileu.globo.com/Revista/Common/0,,EMI142622-17933,00-A+FRUTA+DOS+GEMEOS.html

segunda-feira, 21 de junho de 2010

Boca de Forno!


Boca de forno, forno!
Jacarandá dá!
E se não ir?
Apanha!
Seu rei mandou dizer...

Achei que depois de anos nunca mais lembraria, com graça, a letra de uma brincadeira que hoje, para mim, se parece tão sem graça, mas que já me fez rir e correr bastante.
Sinto que até entendo melhor os mais velhos depois deste golpe traiçoeiro da memória.
Às vezes, eu pelejava para lembrá-la e nada. E nada. E realmente, do nada, vem à memória e revivo tudo tão claramente. Palavra por palavra.

Neste mesmo dia, reavivi outros versos, já pelejados de antes, e obscurecidos pelo tempo, perdidos nos vãos da mente, sem rumo para volta:

Fulano roubou pão na casa do João!
Quem, eu?
Tu sim!
Eu não!
Então quem foi? Ciclano!

Muitas vezes, pensava sozinha como este tipo de brincadeira não morre, já que eu e meus amigos crescemos sem deixar descendentes. Provavelmente, a maioria deles, com uma memória lastimável como a minha...

Porém, eu já vi, crianças deste século, brincando disso. Este poder é enigmático.

domingo, 20 de junho de 2010

E com pesar... Saramago...




Custei a acreditar na notícia. Levei um susto, como se fosse um parente. Como uma licenciada das letras portuguesas, li-o e admirei-o. Odeio as homenagens feitas no pós vida. Porém, não posso deixá-lo ir sem dizer que sinto muito por sua ausência.






Responsabilidade

Por Fundação José Saramago


As misérias do mundo estão aí, e só há dois modos de reagir diante delas: ou entender que não se tem a culpa e, portanto, encolher os ombros e dizer que não está nas suas mãos remediá-lo — e isto é certo —, ou, melhor, assumir que, ainda quando não está nas nossas mãos resolvê-lo, devemos comportar-nos como se assim fosse.

La Jornada, México, 3 de Dezembro de 1998

Brasil 3 x 1 Costa do Marfim




Como muitos brasileiros, eu não sou adepta a assistir a jogos de futebol. Porém, de quatro em quatro anos eu paro para prestigiar a seleção brasileira, assim, também, como a maioria dos brasileiros. Ironicamente, mesmo não acompanhando o desempenho dos jogadores durante o ano, em times nacionais e internacionais, eu e milhões de brasileiros exigimos qualidade. E muita qualidade daqueles que nos representam.
O que os brasileiros querem da seleção quando acompanham a copa? A resposta é muito simples: o tal "espetáculo da bola"! Creio que, como meu, a grande maioria dos brasileiros e o resto do mundo cresceu ouvindo que nós somos os bons de bola! O país da bola! dos melhores jogadores, enfim...
Para um brasileiro, a seleção não tem que ganhar o jogo - isso está implícito - ela tem que dar show de bola: dribles, passes e outras cositas más. Se o Brasil ganhar a copa sem show, para a gente não vale. E não vale, também, deixar que o outro time faça gols no final da partida - mesmo se estamos com a partida ganha: "nós somos os bons de bola!" - A coisa deveria obrigatoriamente terminar em um dois a zero! Três a zero - para a gente, é claro!
Posso dizer que apesar do jogo de hoje ser sofrido - e bastante sofrido - tivemos o tal esperado espetáculo! Ele já tinha se iniciado timidamente com o primeiro gol do Brasil no último jogo contra a Coréia do Norte. Foi um gol para torcedor nenhum botar defeito! Mas ainda faltava para nós brasileiros ver nesta copa a individualidade característica de tantos crackes brasileiros como Ronaldinho e Romário...
Não encontro palavras para descrever em meio a boa malandragem da oportunidade o show de hoje. Apesar de, para mim, os gols serem, às vezes, mais daqueles que forneceram o passe do que daquele que os finaliza, rendo me a elegância "oportunista" e a desenvoltura do Luis Fabiano. Desde a primeira vez que o vi jogar, eu sabia que ele era diferente. Foi a mesma coisa que senti ao ver o Lúcio jogar e hoje, como vemos, ele se tornou, respeitosamente, o grande capitão desta equipe. Se assim continuar, creio que o futuro, ou já o presente, do Luis Fabiano não será diferente.
Ao atentar para essas previsões, percebo que a veia futebolística está no gene do brasileiro. Mesmo sendo um torcedor de copas, o olhar treinado de bom entendedor, mesmo adormecido, está ali.



E o Mineirão se despede ao som de Skank...


No dia 19 de junho de 2010, o Estádio Governador Magalhães Pinto, mais popularmente conhecido por Mineirão, se despediu, momentaneamente, da população belorizontina ao som da batida pop/rock do Skank.
Despedida bem justificada: a copa de 2014.
Pode-se dizer que este show, para muitas pessoas, começou bem antes do dia 19. Como o próprio Samuel Rosa disse, o intento de gravar um novo dvd, de forma que fosse inesquecível, já vinha sendo construído acerca de 1 (um) ano.
Para mim, porém, este show se tornou realidade em apenas alguns dias (pois ganhei um ingresso na semana do show), e, talvez por isso, seja difícil compreender a magnitude do projeto. Apenas vejo a magnitude do executado.
Foi um show para fãs e admiradores. O Skank não deixou a desejar quando atendeu carinhosamente aos pedidos dos fãs, e assim, foram tocadas: Resposta, Canção Noturna, Tanto, entre outras canções essenciais para fãs e aqueles que admiraram seus maiores sucessos e seus novos.
O palco estava perfeito e reproduzia com perfeição o efeito da arquitetura externa do Mineirão, o que encantou pela grandeza e pela beleza os olhos dos conterrâneos e dos visitantes, de toda parte do Brasil.